Os Estados Unidos buscam US$ 61,19 milhões (aprox. R$ 337 milhões) em USDT que teriam relação com vendas de petróleo iraniano sob sanções. A Tether congelou os valores em 2025.

O bloqueio atingiu 10 endereços na Tron, uma rede blockchain usada para transferir criptoativos. Segundo procuradores, os fundos seriam ligados a receitas do mercado ilegal de petróleo do Irã.

O caso mostra como stablecoins como USDT — tokens que tentam manter paridade com o dólar — podem ser rastreadas e congeladas pela empresa emissora quando há investigação envolvendo sanções ou suspeita de atividade ilícita.

Para quem usa cripto no Brasil, o episódio reforça um ponto prático: stablecoin não é dinheiro fora do alcance de controles. Em casos de investigação, emissores e redes podem entrar no radar de autoridades.