Uma exploração de carteira de Bitcoin, com prejuízo estimado em US$ 116 milhões (aprox. R$ 673 milhões), reacendeu as dúvidas sobre os riscos da autocustódia — quando o próprio usuário controla as chaves dos criptoativos.
Mercado: Os aportes em ETFs de Bitcoin, fundos negociados em bolsa, voltaram a ganhar força. A Strategy também avalia ampliar sua posição em BTC, enquanto empresas de mineração procuram acordos de bilhões de dólares ligados à inteligência artificial.
Por que importa: Na autocustódia, a responsabilidade pela segurança fica diretamente com o usuário. Uma falha na carteira ou no controle das chaves pode resultar na perda definitiva dos ativos.
Para investidores no Brasil, o episódio reforça que guardar criptoativos por conta própria exige atenção redobrada à segurança das chaves e da carteira.




