A Foxbit anunciou uma mudança de posicionamento e passou a chamar sua frente B2B de Foxbit Infra. Segundo a empresa, o grupo soma mais de 11 anos de operação, já movimentou R$ 55 bilhões e concentrou mais de 41% do volume de USDT e USDC negociado no Brasil nas últimas duas semanas.

O que aconteceu: a nova estrutura foi criada para atender bancos, fintechs e corretoras que querem oferecer cripto e câmbio digital sem montar essa base tecnológica do zero. De acordo com a Foxbit, a infraestrutura já está em uso em instituições como 99Pay, Genial e PicPay.

Como funciona: o modelo é modular e opera via API (interface que conecta sistemas diferentes). Na prática, uma empresa pode contratar apenas partes do serviço, como order book (livro de ofertas de compra e venda), custódia (guarda dos ativos) ou operações com stablecoins. A companhia também diz integrar rotinas de compliance, como KYC (verificação de identidade), AML (prevenção à lavagem de dinheiro) e relatórios ao Banco Central.

Em números: a Foxbit afirma ter negociado mais de R$ 1 bilhão em USDT e USDC no último mês. A oferta da Foxbit Infra foi dividida em cinco frentes: Crypto-as-a-Service, Liquidity Engine, Payment Layer, Institutional Custody e Prediction Market.

Para o leitor brasileiro, o movimento mostra como empresas locais tentam transformar cripto e stablecoins em infraestrutura para pagamentos, câmbio e produtos financeiros integrados ao Pix e às exigências do BCB.

A empresa também informou que opera sob a regulação de ativos digitais do e está em processo de autorização como . Citou ainda credenciais como , , autorização da para crowdfunding, habilitação para operações de câmbio com cripto e stablecoin pela e reporte mensal à conforme o .