A Franklin Templeton avalia que a IA autônoma, capaz de executar pagamentos sem intervenção humana, pode se tornar o principal caso de uso das criptomoedas. Na visão da gestora, esse tipo de software precisará de trilhos em blockchain para operar de forma prática.
O que aconteceu: a empresa argumenta que agentes de IA que compram e pagam por produtos ou serviços por conta própria exigirão uma infraestrutura nativa da internet para transferir valor. Para a gestora, as redes cripto cumprem esse papel.
Por que importa: a leitura da Franklin Templeton é que esse movimento pode abrir uma frente de demanda que ainda não está refletida no posicionamento da maioria dos investidores. Em outras palavras, muita gente ainda não está exposta a essa possível aplicação do setor.
Para o leitor brasileiro, a tese ajuda a entender por que a ligação entre IA e cripto vem ganhando espaço no mercado: a aposta não é só em ativos digitais, mas no uso de blockchain como infraestrutura de pagamentos na internet.




