O Gafi pressionou por uma aplicação mais rápida das regras de combate à lavagem de dinheiro no setor de criptoativos. O alerta vem em meio ao aumento do uso de stablecoins por redes criminosas para escapar de bloqueios e congelamentos de recursos.
O que aconteceu: o grupo global disse que organizações criminosas estão usando stablecoins (criptomoedas pareadas a ativos, como o dólar) e também desenvolvendo tokens próprios para tentar evitar o congelamento de ativos. Ao mesmo tempo, muitos países ainda têm dificuldade para colocar em prática as regras de AML (sigla em inglês para combate à lavagem de dinheiro) voltadas ao mercado cripto.
Por que importa: o recado do Gafi indica preocupação com a velocidade da fiscalização, num momento em que criminosos buscam rotas novas dentro do ecossistema digital para mover dinheiro e contornar sanções.
Para o leitor brasileiro, o debate pressiona reguladores e empresas do setor a reforçar controles de identificação e monitoramento de transações com criptoativos.




