Grandes laboratórios de IA começaram a defender um ritmo mais lento no desenvolvimento de novos modelos. A mudança chama atenção porque, por anos, a disputa no setor foi marcada por velocidade, mais capacidade computacional e lançamentos sucessivos.
A corrida seguiu uma lógica simples: criar modelos maiores, gastar mais em computação e colocar o produto no mercado rapidamente. Agora, a pergunta é se os riscos da tecnologia estão ficando mais difíceis de ignorar ou se a conta econômica dessa disputa deixou de fazer sentido.
Um dos indicadores citados no debate é o p/doom, termo usado por pesquisadores para estimar a probabilidade de a IA causar um resultado catastrófico. Em 2024, a média dessa percepção entre pesquisadores de IA foi estimada entre 15% e 20%.




