Grupos europeus de finanças e tokenização pressionam Bruxelas a remover limites para ativos aceitos em infraestrutura DLT (tecnologia de registro distribuído, a base usada para registrar transações em redes digitais).
Caso o teto seja mantido, as entidades defendem que ele parta de 1,5 trilhão de euros. O pedido mira valores mobiliários tokenizados, que são ativos financeiros tradicionais representados digitalmente em uma rede distribuída.




