A inteligência artificial ainda não desencadeou a temida “hackpocalypse” no DeFi (finanças descentralizadas, serviços financeiros feitos em blockchain sem intermediários tradicionais), segundo Haseeb Qureshi, sócio-gerente da Dragonfly. Na avaliação dele, os dados mais recentes apontam queda no total roubado e no tamanho mediano dos ataques em relação a 2025.
O que aconteceu: Qureshi argumenta que o alerta de um apocalipse de hacks causado por IA foi um falso alarme. A leitura dele se apoia em dois sinais: menos valor desviado por invasores e hacks menores na mediana, na comparação com 2025.
Por que importa: o debate ganhou força com o avanço das ferramentas de IA, que levantaram temores de que invasões a protocolos de DeFi poderiam se tornar mais frequentes e mais destrutivas. A fala da Dragonfly vai na direção oposta, ao indicar que esse cenário, até agora, não se materializou.
Para quem acompanha cripto no Brasil, o recado é simples: o risco de ataque em protocolos de DeFi continua existindo, mesmo sem a “hackpocalypse”. Em operações desse tipo, falhas de código e perdas rápidas seguem no radar.




