A IBM disse ter realizado três demonstrações independentes de vantagem quântica com a Universidade de Chicago, a Qedma e a Algorithmiq. A empresa afirma que os experimentos combinaram resultados verificáveis com problemas fora do alcance dos principais métodos clássicos de simulação.

O que aconteceu: no primeiro teste, a IBM e a Universidade de Chicago usaram uma técnica de correção de erros em circuitos lógicos. O computador quântico levou 15 minutos para produzir um padrão complexo que, segundo os pesquisadores, exigiria recursos inviáveis de computadores clássicos.

A parceria com a Qedma analisou a evolução do comportamento magnético de materiais. Nesse caso, o experimento explorou fenômenos que não puderam ser reproduzidos pelos métodos clássicos usados em um supercomputador do instituto japonês RIKEN.

Para o leitor brasileiro, isso mostra como a corrida da computação quântica avança em pesquisa aplicada, mas ainda está no campo experimental, sem efeito prático imediato para uso comum.