O indicado do presidente Donald Trump para chefiar o Departamento de Justiça dos Estados Unidos enfrentou críticas no Comitê Judiciário do Senado por sua atuação em casos ligados a criptomoedas e pelo perdão concedido ao ex-CEO da Binance, Changpeng Zhao.

A pressão veio de integrantes do comitê, que questionaram a forma como ele tratou a fiscalização do mercado cripto e o impacto do desmonte de uma unidade dedicada a esse tipo de investigação.

O que aconteceu: senadores colocaram no centro da sabatina duas frentes sensíveis: a condução da repressão a crimes com criptoativos e o perdão a CZ, nome mais conhecido de Changpeng Zhao, ex-chefe da Binance.

Por que importa: a discussão mostra que a política dos EUA para o setor segue dividida entre uma linha mais dura de fiscalização e uma abordagem mais flexível. Isso afeta o ambiente regulatório global e costuma repercutir em corretoras, investidores e empresas de cripto em outros mercados.

Para o brasileiro, o debate nos EUA ajuda a medir o rumo da regulação internacional que costuma influenciar o mercado local, inclusive o comportamento de corretoras e o apetite por risco.