O Intesa Sanpaolo aumentou sua aposta em Ether por meio de ETF e, ao mesmo tempo, cortou parte da exposição a Bitcoin no segundo trimestre. O movimento aparece em documento enviado à SEC, a comissão de valores mobiliários dos EUA.
O que aconteceu: o banco passou a deter 349.600 ações do iShares Staked Ethereum Trust (ETHB) em 30 de junho, avaliadas em US$ 7,1 milhões (aprox. R$ 38,9 milhões). No fim de março, a posição era de 116.200 ações, avaliadas em US$ 3,15 milhões (aprox. R$ 17,3 milhões).
Em números: no lado do Bitcoin, o Intesa Sanpaolo informou ter 3,47 milhões de ações do ARK 21Shares Bitcoin (ARKB), avaliadas em US$ 67,6 milhões (aprox. R$ 370,4 milhões). Ainda assim, o total de ações caiu cerca de 4% em relação ao primeiro trimestre.
O ETHB é um ETF com staking (mecanismo em que os tokens ficam travados para ajudar a operar a rede e, em troca, podem gerar retorno). Já o ARKB é um ETF spot de Bitcoin, ou seja, um fundo negociado em bolsa que acompanha diretamente o preço do ativo.
Para o leitor brasileiro, o caso mostra como bancos tradicionais seguem usando ETFs listados nos EUA para ajustar exposição a cripto, em vez de comprar os ativos diretamente.




