As invasões a residências passaram a liderar os ataques físicos ligados ao mercado de criptomoedas no primeiro semestre de 2026, segundo a CertiK. Foram 20 casos desse tipo no período, contra 1 registrado um ano antes.

O que aconteceu: a CertiK identificou 52 ataques físicos verificados do tipo “wrench attack”, quando criminosos usam ameaça ou violência para tentar obter acesso a criptoativos. Desse total, 33 ocorreram na França.

Por que importa: o avanço das invasões mostra uma mudança no padrão desses crimes, com mais casos acontecendo dentro da casa das vítimas. Para quem investe em cripto, isso recoloca em foco o risco fora da tela: não é só golpe digital, mas também coerção física.

Para o brasileiro, o dado reforça que segurança em cripto também passa por discrição e proteção pessoal, além da custódia dos ativos.