Uma rede criminosa chinesa teria lavado mais de US$ 1 bilhão (aprox. R$ 5,8 bilhões) obtido em diferentes ataques de criptomoedas para o Lazarus Group, grupo ligado à Coreia do Norte, segundo o investigador de blockchain ZachXBT.
Em uma publicação no X, em 5 de outubro, ZachXBT afirmou que se passou por um cliente pagante para entrar na operação em fevereiro de 2025, poucos dias depois do ataque de US$ 1,5 bilhão (aprox. R$ 8,7 bilhões) contra a Bybit. Para ganhar a confiança de um operador identificado como “Jimmy Green”, ele teria disponibilizado US$ 349.700 (aprox. R$ 2 milhões) em stablecoins e aceitado uma perda de 5% em cada ordem.
Segundo o investigador, a operação alcançava Hong Kong e a China continental. As informações obtidas durante a infiltração ajudaram a identificar mais de US$ 12 milhões (aprox. R$ 69,6 milhões) em fundos ligados ao ataque à Bybit. Depois, a Tether congelou US$ 442 mil (aprox. R$ 2,6 milhões) em USDT associados ao grupo.
Para quem acompanha criptomoedas no Brasil, o caso mostra como transações em blockchain podem ser rastreadas e ter fundos congelados mesmo depois de passarem por redes internacionais de lavagem.




