Promotores dos Estados Unidos acusaram Rossen Iossifov, cidadão búlgaro que cumpre pena em uma prisão federal, de lavar cerca de US$ 290 mil (aprox. R$ 1,7 milhão) em criptomoedas mantidas em uma conta da Kraken.

O que aconteceu: segundo o Departamento de Justiça dos EUA, Iossifov conspirou em janeiro de 2024 para sacar e transferir os ativos antes que o governo tomasse posse deles. Um tribunal federal havia determinado o confisco após sua condenação, em 2021.

Como os fundos circularam: os promotores afirmam que as criptomoedas passaram por serviços ilícitos de mistura — ferramentas usadas para dificultar o rastreamento das transações — e por corretoras.

A movimentação resultou em novas acusações criminais contra Iossifov. O processo mostra que tentar retirar criptoativos depois de uma ordem judicial de confisco pode gerar outro caso, mesmo quando o envolvido já cumpre pena por uma condenação anterior.