A LBank liderou cinco dos seis testes de profundidade em pares à vista contra USDT, stablecoin criada para acompanhar o dólar. A comparação, realizada em 29 de agosto de 2026, incluiu Bitcoin, Ethereum, Solana, XRP, BNB e Dogecoin diante de Binance, OKX, Gate, Bitget, MEXC e Bybit.
A profundidade soma as ordens de compra e venda posicionadas até 2% do ponto médio entre o melhor preço de compra e o melhor de venda. No Bitcoin, o livro da LBank alcançou US$ 52,16 milhões (aprox. R$ 287 milhões), contra US$ 11,79 milhões (aprox. R$ 64,8 milhões) na Bitget. No Ethereum, foram US$ 25,24 milhões (aprox. R$ 138,8 milhões) na LBank e US$ 8,15 milhões (aprox. R$ 44,8 milhões) na rival. A exceção foi o Dogecoin: a LBank ficou em segundo lugar, com US$ 4,47 milhões (aprox. R$ 24,6 milhões), ante US$ 4,51 milhões (aprox. R$ 24,8 milhões) na MEXC.
A vantagem não se repetiu nos tokens menores analisados em 8 de setembro de 2026. A liquidez da LBank ficou em US$ 82 (aprox. R$ 451) para NIULAI, US$ 288 (aprox. R$ 1,6 mil) para PONS e US$ 9 (aprox. R$ 50) para The Index, abaixo dos livros concorrentes. Em uma simulação de compra de US$ 1 mil (aprox. R$ 5,5 mil) em PONS, o preço médio na LBank ficou 2,23% acima do valor de referência, contra 0,06% na Gate.
Para quem opera do Brasil, os horários de listagem foram registrados em Brasília: a LBank abriu a negociação de PONS 54 dias e sete horas antes da Bitget.
A análise também registrou listagens antecipadas e fortes oscilações em alguns ativos. PONS subiu 49,47% em sete dias e 2.226,07% em 30 dias, enquanto Artificial Inu avançou 50,12% e 7.921,56% nos mesmos períodos. Esses dados mostram a variação dos tokens, não o retorno de clientes: o resultado depende do momento da compra, da venda e das taxas. Livros de ordens podem mudar antes da execução, e a profundidade observada não garante que uma negociação seja concluída pelo preço exibido.




