A proposta da Lei de Clareza do Mercado de Ativos Digitais (CLARITY) inclui uma regra ética que proibiria autoridades federais dos EUA de emitir ou promover ativos digitais até 2029. A medida alcança o presidente Donald Trump e também seus empreendimentos ligados a cripto.
Segundo a senadora Cynthia Lummis, a redação divulgada pelos republicanos colocaria esse bloqueio no centro do projeto. O texto tem 616 páginas e foi apresentado na quarta-feira.
O que muda: funcionários públicos, empregados federais e seus cônjuges ficariam impedidos de emitir ou patrocinar ativos digitais. As plataformas de criptomoedas também não poderiam listar ativos emitidos ou patrocinados por essas autoridades.
Por que importa: para o mercado, isso mexe com a relação entre poder político e cripto nos EUA. Para você no Brasil, o impacto é indireto, mas regulações americanas costumam influenciar a leitura de risco em corretoras, tokens e na precificação global dos ativos.
Se a restrição avançar, o recado para o setor é claro: atividade política e emissão de tokens passariam a ter uma barreira regulatória mais dura nos EUA.




