A Mastercard concluiu a compra da BVNK em uma operação avaliada em US$ 1,8 bilhão (aprox. R$ 10,4 bi). A empresa diz que a aquisição une sua rede global à infraestrutura on-chain da BVNK (baseada em blockchain) para aproximar moedas digitais e moedas fiduciárias.
O que aconteceu: Em anúncio feito na segunda-feira, a Mastercard afirmou que a combinação deve ajudar bancos, fintechs e empresas a ampliar o uso de stablecoins e ativos tokenizados em pagamentos comerciais internacionais, liquidações e fluxos de tesouraria.
Por que importa: A aposta é usar essa estrutura para ampliar serviços de pagamento, liquidação e gestão de caixa com stablecoins — criptomoedas atreladas a moedas tradicionais, como o dólar — em operações corporativas.
A BVNK informou, em comunicado separado, que agora faz parte oficialmente da Mastercard. Segundo a empresa, os clientes seguirão usando as mesmas equipes, produtos e integrações, sem necessidade de qualquer ação.
Para o leitor brasileiro, o movimento reforça o avanço das stablecoins como ferramenta de pagamentos e transferências internacionais, um tema que também interessa a bancos, fintechs e empresas que operam em real e dólar.



