Os mercados entraram no dia com foco total na agenda de inflação e no balanço da Nvidia (NVDA). Nos Estados Unidos, o índice PCE, usado pelo Federal Reserve para calibrar os juros, deve subir 0,1% em junho e acumular 3,6% em 12 meses. O núcleo do indicador, que exclui itens mais voláteis, tem previsão de alta de 0,2% no mês e de 3,2% no ano.
No Brasil, a atenção se volta para o IPCA-15, prévia da inflação oficial, com divulgação às 9h. A mediana das expectativas aponta para queda de 0,30% nos preços. Investidores também acompanham o calendário eleitoral ao longo do dia.
Na véspera, o Ibovespa (IBOV) subiu 1,55% e fechou aos 174.576,80 pontos, embalado por ações de bancos e da Vale (VALE3). O dólar à vista terminou o pregão em R$ 5,1404, com recuo de 0,25%. Em Nova York, o EWZ, principal ETF brasileiro, avançava 0,06%, cotado a US$ 35,90 (aprox. R$ 208).
Para quem investe do Brasil, os dados de inflação e a leitura sobre juros nos EUA costumam mexer com câmbio, Bolsa e até o preço de criptoativos em real.
No exterior, as bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta, enquanto Europa e futuros de Wall Street operavam sem direção única. O mercado também espera os resultados da Nvidia, vistos como um teste do apetite por empresas ligadas à inteligência artificial. Entre as commodities, o petróleo caía, com o Brent a US$ 86,02 (aprox. R$ 499) por barril e o WTI a US$ 80,02 (aprox. R$ 464).
Nas criptomoedas, o sinal era de queda pela manhã. O Bitcoin (BTC) recuava 0,41%, a (aprox. ), enquanto o caía , para (aprox. ).




