A MEXC passou a oferecer staking do TAO, token nativo da Bittensor, para sua base global de usuários. Na prática, quem usa a exchange agora pode travar os tokens para receber recompensas e ajudar na segurança de uma das maiores redes descentralizadas voltadas à inteligência artificial.

O que aconteceu: a integração foi feita com a Yuma, uma validadora da Bittensor. Segundo o anúncio, a estrutura da Yuma foi incorporada pela MEXC para liberar o staking de TAO aos 40 milhões de usuários da corretora.

Como funciona: a Yuma participa do mecanismo de consenso da Bittensor, processo que ajuda a rede a operar e distribuir recompensas. Nesse sistema, a validadora analisa o desempenho das sub-redes, que são aplicações de IA especializadas em tarefas específicas de aprendizado de máquina, e atribui pesos que influenciam a divisão das recompensas de staking.

Por que importa: as empresas afirmam que a integração busca ampliar o acesso ao ecossistema da Bittensor e elevar a participação na rede. Hoje, a blockchain já reúne 128 sub-redes especializadas.