Um minerador solo de Bitcoin (BTC) ficou com uma recompensa de cerca de US$ 200 mil (aprox. R$ 1,16 mi) ao validar um bloco sozinho. O caso chamou atenção porque, segundo a CKPool, a capacidade de processamento usada teve um pico “extremamente variável” de 100 PH.
O que aconteceu: O desenvolvedor da CKPool afirmou que esse pico de hashrate (poder computacional usado para tentar encontrar blocos) provavelmente foi alugado. Isso sugere que a operação não dependia necessariamente de uma estrutura própria e constante de mineração.
Por que importa: Na mineração solo, uma pessoa ou empresa tenta encontrar um bloco sem dividir a tarefa com um grupo maior. Quando dá certo, leva a recompensa inteira — mas a chance costuma ser baixa, ainda mais sem grande poder de processamento.
Para o leitor brasileiro, o episódio mostra como a mineração de BTC pode envolver aluguel temporário de capacidade computacional, em vez da compra direta de máquinas — embora o risco e a incerteza continuem altos.




