A OpenAI ficou sem sua única eticista dedicada após a saída de Chloé Bakalar em julho, segundo o FT. Ela havia entrado na empresa em agosto do ano passado, vinda da Meta, e sua saída não foi anunciada publicamente.

O que aconteceu: Bakalar era, de acordo com o FT, a única profissional da OpenAI com atuação exclusivamente voltada à ética. Até agora, não houve substituição para o cargo.

Por que importa: a saída ocorre em meio a uma sequência de desligamentos ligados à área de segurança nas últimas semanas, ainda segundo o jornal.

Para você no Brasil, o caso reforça a pressão sobre empresas de inteligência artificial por governança, transparência e controle de risco, temas que também entram no debate regulatório local.