A TRON registrou máximas históricas no segundo trimestre na oferta de stablecoins e na atividade da rede, segundo a Messari. No período, a oferta de USDT na blockchain chegou a US$ 87,9 bilhões (aprox. R$ 509,8 bi), enquanto o volume de transferências atingiu US$ 2,1 trilhões (aprox. R$ 12,2 tri).

O que aconteceu: o avanço mostra o peso da TRON como trilho para movimentação de stablecoins, especialmente o USDT. Já DeFi (serviços financeiros feitos em blockchain, sem intermediários) e a atividade em exchanges descentralizadas recuaram no trimestre, de acordo com o levantamento.

Por que importa: quando a oferta de stablecoins e as transferências sobem, isso costuma indicar uso mais intenso da rede para pagamentos, remessas e liquidação entre carteiras. Neste caso, porém, o crescimento não veio acompanhado de alta em todas as frentes do ecossistema da TRON.

Para o leitor brasileiro, o dado ajuda a medir onde o USDT está circulando com mais força no mercado global — algo relevante para quem acompanha liquidez, custos de transação e o uso de stablecoins frente ao real.