A OpenAI mudou o tom das orientações para escrever prompts no GPT-5.6. A empresa passou a recomendar instruções mais diretas, com foco no objetivo da tarefa e nos critérios de encerramento da resposta, em vez de blocos complexos de comandos.
O que aconteceu: o novo guia citado pela empresa descarta práticas como blocos em XML e scripts de persistência. No lugar disso, a orientação é dizer com clareza qual é o destino da resposta, definir quando o modelo deve parar e deixar espaço para a execução da tarefa.
Por que importa: a mudança sinaliza uma preferência por interações menos engessadas com modelos de IA. Para quem usa essas ferramentas no trabalho ou no dia a dia, a leitura é simples: instruções excessivas podem atrapalhar mais do que ajudar.
Para o leitor brasileiro, isso pode afetar desde o uso de IA em empresas até rotinas de estudo e produtividade: prompts mais curtos e objetivos tendem a ser mais fáceis de testar, revisar e adaptar em português.




