O ouro avançou e foi a máxima de três meses depois de um movimento favorecido por dólar mais fraco e rendimentos em queda.
No mesmo período, o Bitcoin chegou a superar US$ 80 mil (aprox. R$ 440 mil) de forma breve, algo que não acontecia desde maio. O movimento mostra como os dois ativos continuam sensíveis ao humor dos mercados globais e à busca por proteção.
Para quem acompanha o mercado no Brasil, esse tipo de movimento costuma aparecer rápido em corretoras locais e em pares com USDT ou reais, além de mexer com a percepção sobre risco em momentos de dólar mais fraco.




