O Paquistão reforçou a fiscalização sobre crimes relacionados a criptomoedas com uma unidade federal dedicada ao tema. A medida foi acompanhada da recomendação de um alto funcionário da Agência Federal de Investigação para que outros órgãos do país criem equipes parecidas.
O que aconteceu: a nova frente de atuação mira delitos ligados a criptoativos. A avaliação dentro da Agência Federal de Investigação é que o combate a esse tipo de crime exige estruturas específicas.
Por que importa: a criação de uma unidade própria indica um endurecimento da resposta estatal ao uso ilegal de criptomoedas. Também sugere que o governo paquistanês quer ampliar a coordenação entre diferentes órgãos na apuração desses casos.
Para o leitor brasileiro, o movimento mostra como autoridades de vários países vêm criando áreas especializadas para lidar com crimes com criptoativos, tema que também passa por regulação e fiscalização de órgãos como BCB e CVM.




