Transferências de menos de 1 BTC voltaram a disparar e alcançaram um nível que não era visto desde os dias seguintes ao colapso da FTX. Ao mesmo tempo, a Galaxy Research indicou que uma quarta onda de roubos provavelmente está em andamento.
O que aconteceu: a movimentação de valores pequenos em Bitcoin subiu com força, enquanto as perdas ligadas à Coldcard se aproximaram de US$ 114 milhões (aprox. R$ 570 milhões). A leitura do mercado é que esse tipo de atividade costuma aparecer quando há pressão de segurança ou tentativas de dispersar fundos rapidamente.
Por que importa: para quem acompanha cripto no Brasil, isso reforça o risco de custódia (guardar as próprias chaves) e de exposição a ataques. Em um mercado que opera 24 horas, um vazamento ou furto pode afetar usuários de corretoras e carteiras sem aviso prévio.
No Brasil, o cuidado com custódia e com golpes pesa ainda mais porque a recuperação de ativos roubados costuma ser difícil e lenta.




