17,2% dos brasileiros já investiram em criptomoedas, o equivalente a 29 milhões de pessoas. Na comparação com a primeira edição do levantamento, feita há 15 meses, o índice era de 16% (25 milhões).

A pesquisa também mostra avanço no conhecimento sobre cripto: 17 milhões de pessoas passaram a conhecer o tema no período, e a taxa subiu de 54% para 66,4%.

O que apareceu no levantamento:

  • Bitcoin segue como a criptomoeda mais conhecida, com 60,7%
  • Ethereum aparece bem atrás, com 11,1%
  • Tether (USDT) foi reconhecida por só 2,7% da população
  • O estudo afirma que o Drex é 3,8x mais conhecido que a Tether

Para o leitor brasileiro, o recado é claro: cripto já saiu da bolha de nicho, mas conhecimento sobre moedas específicas ainda é desigual.

Na lista de investimentos mais populares, a poupança continua na frente, com 57,1% da população. As criptomoedas aparecem na quinta posição, logo abaixo dos fundos de investimento. A pesquisa também diz que 2,3x mais brasileiros já tiveram cripto do que ações na bolsa.

O perfil de quem investe em cripto aparece concentrado nas faixas de renda mais baixas: 31,9% ganham entre 1 e 2 salários mínimos, e 31,6% ganham até 1 salário mínimo. Além disso, 83% dos investidores disseram ter usado aplicativos de banco para lidar com criptomoedas.

A pesquisa foi feita entre e , com entrevistas em . A margem de erro é de e o nível de confiança, de .