O barril do Brent voltou a ficar acima de US$ 90 (aprox. R$ 522) nesta terça-feira (18), depois de um ataque dos Houtis do Iêmen a uma refinaria da Saudi Aramco durante a madrugada no Brasil. No radar dos investidores, o vencimento do prazo de 60 dias para um acordo definitivo entre EUA e Irã também aumentou a pressão sobre os preços de energia.

Por que importa: petróleo mais caro tende a reforçar a inflação global e dificulta o caminho dos juros. Nos EUA, os títulos do Tesouro avançavam pela manhã, com o T-bond de 10 anos pagando yield de 4,734%.

Em números: o Brent subia 0,10%, a US$ 90,96 (aprox. R$ 523), enquanto o WTI avançava 0,69%, a US$ 85,08 (aprox. R$ 489). No mercado de criptomoedas, o Bitcoin (BTC) tinha alta de 0,31%, a US$ 64.105,79 (aprox. R$ 368,6 mil), e o Ethereum (ETH) subia 1,10%, para US$ 1.894,86 (aprox. R$ 10,9 mil).

No Brasil, o Ibovespa fechou a segunda-feira (17) em queda de 0,09%, aos 166.783,57 pontos, acumulando a décima baixa seguida, a pior sequência desde 2023. O dólar à vista terminou o dia em R$ 5,2012, com recuo de 0,36%.

Para o leitor brasileiro, a alta do petróleo pode manter pressão sobre inflação, câmbio e expectativas para juros, com reflexos em combustíveis e no humor da Bolsa.

O que aconteceu: a agenda econômica mais leve deslocou a atenção para o noticiário corporativo, com os desdobramentos do pedido de recuperação judicial do e da reestruturação da , no México, via nos Estados Unidos. Em Nova York, o subia , cotado a (aprox. ).