Os investidores começaram o dia observando dois vetores: o petróleo, ainda pressionado por tensões no Oriente Médio, e a leitura política no Brasil. A nova pesquisa Datafolha passa a chamar atenção depois de a Quaest reforçar a percepção de uma disputa mais equilibrada.

Na quarta-feira (2), Donald Trump disse que os Estados Unidos fizeram um ataque “muito pesado” contra o Irã, mas indicou que a ofensiva não deve durar muito. A fala ajudou a reduzir parte da apreensão nos mercados.

No Brasil, o Ibovespa (IBOV) fechou o pregão anterior em alta de 3,05%, aos 185.205,09 pontos. Durante a sessão, chegou a passar dos 186 mil pontos, no maior nível desde maio. Já o dólar à vista encerrou em R$ 5,1084, com queda de 0,92%.

O iShares MSCI Brazil (EWZ), ETF brasileiro negociado em Nova York, sobe 0,42%, a US$ 38,25 (aprox. R$ 219,65).

Exterior e ativos

As bolsas asiáticas fecharam sem direção única. Na Europa, os índices operam mistos, enquanto os futuros de Wall Street avançam nesta manhã.

O Brent sobe 0,68%, a US$ 96,25 o barril (aprox. R$ 554,95), e o WTI avança 0,69%, a US$ 91,64 (aprox. R$ 528,47). O ouro cai 1,44%, a US$ 4.478,14 por onça-troy (aprox. R$ 25.820,40).

O mercado de criptomoedas também abre misto: o Bitcoin (BTC) sobe 0,5%, a US$ 77.803,27 (aprox. R$ 448.639,84), e o Ethereum (ETH) cai 0,6%, a US$ 2.401,41 (aprox. R$ 13.848,14).