A polícia da Coreia do Sul teria encaminhado 18 usuários da Polymarket a promotores em uma investigação sobre supostos jogos de azar ilegais. Ao todo, 26 pessoas estão sob apuração por apostas que somam cerca de 17,6 bilhões de won, ou US$ 12,7 milhões (aprox. R$ 68,6 milhões).
Dados da Agência Nacional de Polícia apresentados ao gabinete do deputado Yoon Kun-young, do Partido Democrático, indicam que a Agência de Polícia Provincial de Gangwon colocou o grupo sob investigação até terça-feira. O maior valor atribuído a um único usuário foi de aproximadamente 5,7 bilhões de won, ou US$ 4,1 milhões (aprox. R$ 22,1 milhões).
A identificação dos usuários teria sido feita por meio da análise de transações públicas em blockchain, o registro digital onde movimentações podem ser verificadas por qualquer pessoa. A Polymarket permite comprar e vender contratos ligados a resultados de eventos reais.
A plataforma opera em modelo peer-to-peer não custodial: os usuários negociam entre si, sem que a empresa guarde diretamente os ativos, e a liquidação ocorre de forma automatizada. De acordo com o relatório, a Polymarket não mantém uma lista convencional de usuários com nomes reais.




