A Alphabet fechou o segundo trimestre com receita de US$ 119,8 bilhões (aprox. R$ 689 bi), alta de 24% em relação ao mesmo período do ano anterior e acima da estimativa de US$ 116,5 bilhões (aprox. R$ 668 bi). O destaque foi o Google Cloud, que cresceu 82% e puxou o resultado.

O que aconteceu:

  • Google Cloud: receita de US$ 24,8 bilhões (aprox. R$ 142,6 bi), ante US$ 13,6 bilhões (aprox. R$ 78 bi) um ano antes.
  • Carteira de contratos: chegou a US$ 514 bilhões (aprox. R$ 2,95 tri).
  • Google Search: avançou 17% para US$ 63,3 bilhões (aprox. R$ 363,7 bi).

A leitura do mercado segue dividida porque os gastos também subiram forte. Os investimentos em capital chegaram a US$ 44,9 bilhões (aprox. R$ 258 bi), o dobro de um ano antes, e a empresa manteve a faixa de US$ 180 bilhões a US$ 190 bilhões (aprox. R$ 1,03 tri a R$ 1,09 tri) para 2026.

Para quem acompanha de Brasil, o recado é direto: a disputa por infraestrutura de IA também mexe com empresas listadas e com a conta de quem usa ou investe em tecnologia via corretoras e fundos expostos ao setor.

O lucro reportado foi de US$ 112,11 bilhões (aprox. R$ 643 bi), mas quase tudo veio de um ganho de cerca de US$ 99 bilhões (aprox. R$ 569 bi) ligado a participações em Anthropic e . Fora isso, o mercado também viu o adiamento do como um ponto de atenção na corrida de IA.