Os roubos ligados às carteiras Coldcard perderam força, segundo a Galaxy Research. Ainda assim, o prejuízo total pode ultrapassar US$ 150 milhões (aprox. R$ 870 milhões).

O que aconteceu: a avaliação da Galaxy Research é que a queda no ritmo dos furtos provavelmente indica duas possibilidades: os detentores mais vulneráveis migraram seus fundos para outra custódia, ou essas carteiras já foram drenadas.

Por que importa: a Coldcard é uma carteira física usada para guardar Bitcoin (BTC) fora de corretoras, em um modelo de autocustódia (quando você mesmo controla as chaves de acesso). Quando há falhas de segurança ou exposição de usuários, o impacto pode ser alto porque os ativos ficam sob responsabilidade direta do dono.

Para o leitor brasileiro, o caso reforça o risco da autocustódia sem boas práticas de segurança: perder acesso ou sofrer roubo nesse modelo costuma significar perda definitiva dos criptoativos.

Sem mais detalhes públicos no relato da Galaxy, o ponto central é que a desaceleração dos casos não elimina o tamanho do dano já acumulado. O foco, agora, está no valor potencial das perdas e no perfil dos usuários que ficaram expostos.