A Securitize e a Cantor Fitzgerald estão desenvolvendo infraestrutura para IPOs tokenizados e ofertas secundárias de ações tokenizadas nos mercados públicos dos Estados Unidos. O projeto busca operar dentro das regras já em vigor para valores mobiliários no país.
O que aconteceu: a iniciativa mira a emissão e negociação de ações em formato tokenizado, sem romper com o modelo regulatório existente. Na prática, isso significa adaptar a infraestrutura de mercado para usar tokens representando ativos financeiros tradicionais.
Por que importa: se esse modelo avançar, ele pode aproximar o mercado de capitais tradicional da tecnologia de tokenização, que transforma ativos em representações digitais negociáveis. O foco, neste caso, está em ações e em operações públicas como IPOs e ofertas subsequentes.
Para o leitor brasileiro, o tema entra no debate sobre como ativos tokenizados podem se encaixar nas regras de mercado — um ponto que também interessa a reguladores e participantes locais, como CVM e BCB.




