A Strategy levantou US$ 2 bilhões (aprox. R$ 11,6 bilhões) com a venda de ações MSTR e disse que criou uma conta de liquidez em dólar para reforçar sua estratégia. A empresa afirmou que esse caixa pode ser usado, inclusive, para comprar mais Bitcoin.

A companhia também informou que não compra Bitcoin desde junho. Na prática, isso mostra uma mudança de ritmo na tesouraria da empresa, que virou referência entre investidores expostos ao ativo por meio das ações listadas em bolsa.

Para o leitor no Brasil, o movimento reforça como empresas listadas nos EUA usam caixa e ações para exposição ao Bitcoin, enquanto aqui esse tipo de acesso costuma passar por corretoras, ETFs ou compra direta, sempre com atenção a risco, custódia e tributação.

O caso volta a chamar atenção para a volatilidade dessa estratégia. Quando a empresa concentra parte da tese em caixa, ações e cripto, o preço do papel tende a refletir tanto o mercado acionário quanto o comportamento do Bitcoin.