A Strategy voltou a ficar uma semana sem comprar Bitcoin e concentrou esforços na recompra de STRC, sua ação preferencial. A operação foi feita com a reserva USD Cash, sem venda de moedas para financiar a recompra.
A companhia segue como a maior empresa pública em tesouraria de BTC, com 845.050 BTC em caixa, avaliados em US$ 66,2 bilhões (aprox. R$ 357,5 bi) na cotação citada. Mesmo após vendas entre junho e agosto, a posição ainda fica bem à frente da Twenty One Capital, com 43.514 BTC, e da Metaplanet, com 43 mil BTC.
Michael Saylor afirmou nas redes sociais que a empresa recomprou US$ 139 milhões (aprox. R$ 750,6 mi) em $STRC. Segundo ele, em 13/09/2026, a Strategy mantinha 845.050 $BTC e US$ 6,4 bilhões (aprox. R$ 34,6 bi) em ativos em dólar. A meta da companhia é levar a STRC de volta a US$ 100 (aprox. R$ 540); no momento citado, o papel era negociado perto de US$ 98,72 (aprox. R$ 533).
Em documento enviado à SEC, a Strategy informou que ainda tinha US$ 1,3 bilhão (aprox. R$ 7 bi) na reserva USD Cash, usada também para compras de Bitcoin, e US$ 5,1 bilhões (aprox. R$ 27,5 bi) na USD Reserve, destinada a dividendos e outras dívidas. No mercado mais amplo, empresas públicas somam 1,27 milhão de BTC em suas carteiras, avanço de apenas 0,8% nos últimos 30 dias, segundo dados do Bitcoin Treasuries.
Para quem acompanha cripto no Brasil, o ponto sensível é duplo: o preço do em dólar e a variação do câmbio afetam o valor em reais das posições e dos produtos ligados ao ativo.




