A Strive comprou 1.110 Bitcoins por cerca de US$ 81,5 milhões (aprox. R$ 468,7 milhões), elevando seu estoque para 21.356 BTC. A empresa pagou uma média de US$ 73.409 (aprox. R$ 422,6 mil) por unidade, já com taxas e despesas, nas compras feitas entre 17 e 21 de agosto.
As ações da companhia, negociadas sob o ticker ASST na Nasdaq, subiam mais de 11% na manhã de segunda-feira. No ano, os papéis acumulavam alta de cerca de 36%, segundo dados do Yahoo Finance.
O caixa e os equivalentes de caixa da Strive aumentaram US$ 17,1 milhões (aprox. R$ 98,5 milhões), para US$ 171,9 milhões (aprox. R$ 990,5 milhões). Ao mesmo tempo, o número de ações Classe A em circulação subiu em 3,65 milhões, para 79,89 milhões.
A compra colocou a Strive na sétima posição entre as maiores companhias de capital aberto com BTC em caixa, atrás da Bullish e à frente da SpaceX, conforme dados do BitcoinTreasuries.NET.
Para o investidor no Brasil, esse tipo de movimento costuma mexer com o apetite por empresas expostas ao BTC, mas também reforça o risco de volatilidade forte no papel e no ativo.




