O empresário Guren Zhou, também chamado de Bobby, teria sido o nome por trás da entidade Aqua 1, que comprou US$ 100 milhões (aprox. R$ 580 milhões) em tokens WLFI da World Liberty Financial em junho de 2025, segundo reportagem publicada pelo New York Times no domingo.
O que aconteceu: a publicação afirma que Zhou já era investigado no Reino Unido por lavagem de dinheiro depois do colapso de uma empresa de criptomoedas. A World Liberty Financial é ligada à família do presidente dos EUA, Donald Trump.
Em números: a compra de US$ 100 milhões (aprox. R$ 580 milhões) em tokens WLFI teria beneficiado financeiramente integrantes da família Trump e também o cofundador da World Liberty, Zach Witkoff.
A identidade de quem estava por trás da Aqua 1 vinha sendo alvo de especulações, com rumores apontando para Dave Lee. Em julho de 2025, a fundação Aqua 1 reconheceu que Lee entrou na empresa como cofundador e CEO em abril de 2025, mas não disse se ele era o responsável pelos recursos usados na compra dos tokens.
Para o leitor brasileiro, o caso chama atenção para o risco de opacidade em operações com criptoativos, sobretudo quando há estruturas internacionais e pouca clareza sobre a origem dos recursos.




