As microempresas nativas de IA podem se tornar uma nova frente de uso para stablecoins nos próximos anos. Segundo a corretora australiana Swyftx, esse segmento da economia de trabalho sob demanda pode gerar US$ 262 bilhões (aprox. R$ 1,52 tri) em volume com esses ativos até 2033.

O que aconteceu: a avaliação da Swyftx parte da ideia de que esse grupo, inserido na expansão da gig economy, tende a recorrer a stablecoins para fugir dos canais tradicionais de pagamento, descritos como lentos e caros.

Por que importa: stablecoins são criptomoedas pareadas a ativos estáveis, como o dólar, e costumam ser usadas para transferências com liquidação mais rápida e custo potencialmente menor. Se essa projeção se confirmar, a demanda viria menos de especulação e mais de uso prático em pagamentos.

Para o brasileiro, esse movimento ajuda a explicar por que pagamentos digitais em dólar ganham espaço globalmente, embora o uso local ainda dependa de regras do BCB, da CVM e da forma de declaração no Imposto de Renda.