Pavel Durov, fundador do Telegram, disse que o aplicativo vai lançar neste verão uma carteira nativa e sem custódia da Gram. Na prática, isso significa que os usuários poderão guardar e movimentar criptoativos por conta própria, sem deixar as chaves sob controle de uma empresa.

O que aconteceu: segundo Durov, a nova carteira será integrada ao Telegram e chegará à plataforma nos próximos meses. O alcance potencial é grande: o aplicativo afirma ter mais de 1 bilhão de usuários.

Por que importa: a proposta coloca a autocustódia no centro da experiência do app. Em vez de depender de um intermediário para segurar os ativos, o usuário passa a ser responsável direto pelo acesso à carteira e pelas transações.

Para o brasileiro, a mudança reforça o avanço de funções cripto dentro de aplicativos de massa, mas autocustódia também exige cuidado extra com chaves e recuperação de acesso.