O Telegram Wallet anunciou a integração com o protocolo Lighter para liberar operações com futuros perpétuos diretamente no app de mensagens. Com isso, usuários podem acessar esse mercado sem sair da plataforma. Segundo o texto de origem, este é o maior lançamento de derivativos descentralizados de 2025 em termos de base potencial de usuários. O Lighter opera sobre a blockchain TON, usa dados da Chainlink para precificação em tempo real e oferece alavancagem de até 50x em pares selecionados.
Contexto do mercado
O movimento ocorre num momento em que os exchanges descentralizados de perpétuos ganharam espaço no DeFi. Um relatório da HTX Research citado na origem apontou esse segmento como o de maior crescimento em volume on-chain em 2025, superando até exchanges spot descentralizadas em períodos de maior volatilidade. Antes da parceria com o Telegram, o Lighter já aparecia como o segundo maior DEX de perpétuos por volume e vinha se consolidando ao lado de nomes como Hyperliquid.
A origem também destaca que a infraestrutura desse mercado passou a atrair atenção institucional. Como exemplo, cita o interesse de gestores europeus com mais de US$ 10 bilhões sob gestão no setor de derivativos descentralizados. Além disso, o relançamento do USDT na rede Bitcoin via Taproot Assets pela Tether, concluído em março de 2025 após 14 meses e cerca de US$ 20 milhões em investimentos, ampliou as possibilidades de liquidez cross-chain para plataformas como o Lighter.
O que muda com a integração
Na prática, a integração reduz a barreira técnica para acessar futuros perpétuos. Antes, esse tipo de operação exigia entrar em uma plataforma específica, conectar carteira externa e lidar com interfaces mais complexas. Agora, isso passa a acontecer dentro de um aplicativo já amplamente usado por entusiastas de cripto. A origem ressalta que a custódia segue sendo não-custodial, ou seja, o usuário mantém controle sobre as chaves privadas enquanto opera.
- Base potencial de mais de 150 milhões de usuários mensais
- Alavancagem de até 50x em pares selecionados
- Infraestrutura baseada em TON com feeds da Chainlink
- Lighter já era o segundo maior DEX de perpétuos por volume antes da integração




