O Tesouro dos EUA bloqueou carteiras de criptomoedas ligadas ao Irã com cerca de US$ 131 milhões (aprox. R$ 760 milhões). Segundo a medida, os endereços sancionados têm ligação com o banco central do Irã e com as forças armadas do país.
O que aconteceu: o bloqueio foi feito pelo OFAC, órgão do Tesouro dos EUA responsável por sanções. Ao mesmo tempo, a Tether congelou quatro carteiras na rede Tron como parte do avanço da pressão financeira de Washington contra Teerã.
Por que importa: ações desse tipo mostram como emissores de stablecoins e autoridades conseguem travar fundos em blockchain quando há sanções em vigor. Na prática, isso reforça que ativos como USDT podem ser bloqueados por decisão da empresa emissora ou por cumprimento de medidas oficiais.
Para o leitor brasileiro, o caso expõe um ponto central do mercado: mesmo em redes públicas, certos criptoativos seguem sujeitos a bloqueios e regras de compliance, algo que também pesa na atuação de corretoras e plataformas que atendem no Brasil.




