A Tether reportou lucro de US$ 1,5 bilhão (aprox. R$ 8,7 bi) no segundo trimestre, de acordo com sua atestação mais recente. O relatório traz um retrato dos ativos que dão suporte ao USDT, a maior stablecoin do mercado.
O que apareceu na atestação: a reserva inclui Treasuries dos EUA (títulos da dívida americana), acordos de recompra ou repo agreements (operações de curto prazo com ativos como garantia) e mais de 146 toneladas métricas de ouro.
Por que importa: o tamanho e a composição dessas reservas ajudam a medir como a Tether sustenta o USDT, token atrelado ao dólar. Como a oferta da stablecoin cresceu no período, o mercado acompanha de perto a qualidade e a liquidez desses ativos.
Para o brasileiro, isso importa porque o USDT é amplamente usado em corretoras e transferências entre plataformas, inclusive em operações pareadas com real e PIX.
Além do lucro trimestral, o dado que chama atenção é o aumento da exposição ao ouro dentro da reserva. Isso indica que a empresa segue combinando caixa e ativos financeiros com metal precioso para dar lastro ao token.




