O token ONE, da Harmony, caiu 37% após um invasor emitir 4 bilhões de unidades. A equipe do projeto estuda fazer um rollback, que apagaria o ataque — e também todas as transações legítimas processadas desde então.
O que aconteceu: o invasor conseguiu criar 4 bilhões de tokens ONE, pressionando o preço do ativo. A possível resposta em análise é um rollback, mecanismo que volta o histórico da rede a um ponto anterior, como se as operações mais recentes não tivessem acontecido.
Por que importa: esse tipo de medida costuma ser controverso porque tenta conter o dano imediato, mas afeta usuários que fizeram transferências válidas no período. Para quem acompanha cripto, o episódio expõe o risco operacional de redes e tokens, além do impacto que falhas de segurança podem ter sobre preço e confiança.
Para o leitor brasileiro, o caso reforça um ponto básico: em cripto, falhas técnicas e decisões emergenciais de governança podem mexer rapidamente com o valor de um ativo e com a liquidação de transações.




