Donald Trump voltou a pressionar o Senado para aprovar a Lei CLARITY, que trata da estrutura do mercado cripto. Na quarta-feira, ele disse na Casa Branca que o país precisa de uma versão “justa” da proposta para seguir “à frente da China”.
Na coletiva, Trump apareceu ao lado de executivos do setor, entre eles Brian Armstrong, da Coinbase, e Cameron e Tyler Winklevoss, da Gemini. A lei já passou pela Câmara dos Representantes em julho de 2025, mas continua parada no Senado há meses.
O que aconteceu: o texto enfrenta resistência por causa de pontos ligados a ativos tokenizados (ativos representados em tokens digitais), recompensas de stablecoins (criptos ligadas a um ativo estável) e possíveis conflitos de interesse da família Trump com o setor.
Para o Brasil, esse tipo de debate pesa porque regulações nos EUA costumam influenciar o tom de mercado, a postura de corretoras e a leitura de risco em criptoativos também aqui.
Por que importa: Armstrong disse que a proposta daria mais previsibilidade às regras cripto nos EUA, com efeito de longo prazo. Ele também avaliou que o projeto pode reunir “mais de 60 votos” quando o Senado votar a moção para encerrar o debate em 18 de setembro.




