A TRX era negociada perto de US$ 0,3225 (aprox. R$ 1,74) na quarta-feira, com queda de 2,2% em 24 horas. O valor de mercado estava em torno de US$ 30,6 bilhões (aprox. R$ 165,2 bilhões), colocando o token na oitava posição entre os criptoativos.
A rede Tron mantém o maior volume de USDT entre as blockchains: US$ 91,8 bilhões (aprox. R$ 495,7 bilhões) em stablecoins, contra US$ 73,7 bilhões (aprox. R$ 398 bilhões) no Ethereum. O fornecimento de USDT na Tron cresceu 2,28% no último mês, enquanto caiu 1,40% no Ethereum. O Tronscan também registrou 401 milhões de contas em 29 de agosto, embora esse total acumulado não represente necessariamente usuários ativos.
Para o leitor no Brasil, o avanço do USDT na Tron reforça a presença das stablecoins, ativos digitais criados para acompanhar o valor de moedas como o dólar, nas transferências e na liquidação do mercado de criptoativos.
No gráfico diário, a TRX rompeu em 20 de agosto um triângulo ascendente, padrão de análise técnica formado por uma resistência horizontal e uma linha de suporte em alta. O movimento projetava US$ 0,3612 (aprox. R$ 1,95), mas perdeu força em US$ 0,3518 (aprox. R$ 1,90) e recuou abaixo de US$ 0,3359 (aprox. R$ 1,81). Um fechamento confirmado abaixo de US$ 0,3230 (aprox. R$ 1,74) pode levar o preço a US$ 0,3067 (aprox. R$ 1,66), enquanto uma recuperação de US$ 0,3359 recolocaria os níveis de US$ 0,3518 e US$ 0,3612 no radar técnico.
O Índice de Força Relativa, conhecido como RSI e usado para medir a força recente dos movimentos de preço, estava perto de 34, no menor nível desde meados de junho, mas ainda sem indicar sobrevenda. A pressão também reflete a redução das taxas de transação da Tron em 2025, que diminuiu a quantidade de TRX destruída pela atividade da rede. Desde então, a oferta circulante aumentou, enquanto o token permanece cerca de 25% abaixo do recorde de US$ 0,4313 (aprox. ) registrado em dezembro de 2024.




