A World Foundation levantou US$ 52,5 milhões (aprox. R$ 304,5 milhões) para acelerar a expansão de sua rede de identidade digital, descrita pela organização como um sistema de “prova de humanidade” (um modelo para distinguir pessoas reais de agentes de IA). A operação foi feita por meio de uma venda de tokens com bloqueio de um ano.
O que aconteceu: a rodada foi liderada pela Pantera Capital e contou com a participação da Bain Capital Crypto. O objetivo é ampliar a rede de identificação da World, projeto associado a Sam Altman.
Por que importa: a proposta da rede é ganhar escala num momento em que agentes de IA avançam e aumentam a pressão por ferramentas capazes de verificar se uma interação vem de uma pessoa real.
Para o leitor brasileiro, o tema toca uma discussão que tende a crescer também no país: como validar identidade digital de forma confiável à medida que sistemas de IA passam a interagir mais com serviços financeiros e plataformas online.




