Um grupo de 21 instituições financeiras anunciou planos para criar uma nova empresa voltada ao desenvolvimento e à emissão de stablecoins. Entre os participantes estão Bank of America, Goldman Sachs, Citi, Deutsche Bank, UBS, Santander, MUFG e Fidelity Investments.
A primeira etapa é lançar uma stablecoin atrelada ao dólar americano no primeiro semestre de 2027, desde que a empresa seja constituída e outras condições sejam cumpridas. Depois, o consórcio quer avançar para stablecoins ligadas a outras moedas do G7, com uma versão em euros como próxima prioridade.
Para o leitor no Brasil, isso reforça a pressão sobre bancos e corretoras a lidar com dólares digitais sob regras mais claras, em um mercado que também pode afetar pagamentos, custódia e o uso de USDT e outros ativos estáveis.
Stablecoin é um criptoativo desenhado para manter preço mais estável, geralmente por estar atrelado a uma moeda tradicional. Mesmo assim, o risco continua relevante: projetos desse tipo dependem de governança, reservas e confiança, e o mercado já mostrou casos de quebra de paridade e falhas operacionais.




