Um grupo de 21 instituições financeiras, entre elas BofA, Citi e Goldman Sachs, planeja lançar uma stablecoin inicialmente atrelada ao dólar dos EUA. A ideia é ampliar depois para outras moedas do G7, com uma oferta em euro na sequência.
Stablecoin é um token desenhado para manter valor estável, geralmente ligado a uma moeda tradicional. Na prática, esse tipo de ativo costuma ser usado para transferências e liquidação mais rápidas, mas ainda carrega riscos de emissor, lastro e regulação.
Para o leitor no Brasil, esse tipo de movimento pode afetar a oferta de pares em corretoras, a liquidez de USDT e outras stablecoins e até a forma como operações com cripto entram no radar de BCB e CVM.
O avanço dessas instituições reforça a disputa por infraestrutura de pagamentos e liquidação em cripto. Para o mercado brasileiro, isso também importa porque operações em dólar podem ganhar mais peso em exchanges locais e impactar a conversão para R$ em transações e apuração de impostos.




