A Anbima vai usar o Blockchain Rio 2026 para discutir como a tokenização pode mudar a infraestrutura do mercado financeiro brasileiro. Nos dias 12 e 13 de agosto, a associação estará em quatro painéis sobre ativos digitais, dados abertos e inteligência artificial.

O que aconteceu: entre os temas centrais está o Projeto-piloto de Tokenização da entidade, que reúne mais de 50 empresas em uma rede compartilhada. A proposta é testar, na prática, a tokenização ponta a ponta de debêntures e fundos de investimento, avaliando como diferentes participantes conseguem operar com mais integração, eficiência e interoperabilidade.

Marcelo Billi, superintendente de Sustentabilidade, Inovação e Educação da Anbima, afirmou que o projeto tem servido para entender, na prática, de que forma a tokenização pode ajudar na evolução do mercado de capitais. Segundo ele, a iniciativa também mostra o peso da construção conjunta entre instituições financeiras, empresas de tecnologia e provedores de infraestrutura para enfrentar desafios operacionais reais.

Na agenda: em 12 de agosto, a Anbima participa dos painéis Blockchain no Setor Financeiro Brasileiro, às 16h45, e Projeto-piloto de Tokenização da Anbima: o que estamos construindo, às 18h20. No dia 13, a programação inclui Dados abertos para o mercado de capitais, às 14h, e um painel sobre Inteligência Artificial, às 14h50.

Para o mercado brasileiro, a discussão importa porque trata de como tecnologias como tokenização e redes compartilhadas podem mudar a emissão, a negociação e a gestão de ativos financeiros sob a supervisão de instituições como a CVM.

O Blockchain Rio 2026 será realizado no ExpoRio, no , nos dias e , das . A presença da reforça o movimento de aproximação entre inovação tecnológica e o desenvolvimento da infraestrutura do mercado de capitais no Brasil.