A Binance submete seus funcionários a testes mensais de segurança para reduzir brechas internas e dificultar a ação de hackers. O foco está na chamada engenharia social (quando criminosos manipulam pessoas para obter acesso, dados ou autorizações).
O que aconteceu: a corretora mantém uma rotina de “red team” contra a própria equipe. Na prática, isso significa simular ataques e testar a higiene de segurança dos empregados no dia a dia.
Por que importa: ataques de engenharia social viraram uma das principais fontes de violações no setor de cripto. Esse tipo de golpe normalmente explora erro humano, e não falha técnica pura.
Para quem usa corretoras no Brasil, o recado é direto: parte da segurança depende dos sistemas da plataforma, mas outra parte passa por processos internos capazes de evitar que um funcionário seja enganado.




